Durante os meses de junho e julho fiscais dos conselhos profissionais de Serviço Social, Psicologia, Nutrição e
Enfermagem visitaram cinco abrigos da cidade do Rio de Janeiro e produziram um relatório com a análise dos
dados coletados. Este documento foi tornado público inicialmente no último dia 25 de julho, em ato público, na
OAB-RJ, em defesa dos direitos humanos de crianças e adolescentes. Os dados estão organizados de forma
objetiva no documento http://cressrj.org.br/download/arquivos/Abrigos.ppt
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
SMAS - Secretaria Municipal de Assistência Social ASSISTÊNCIA SOCIAL O Banco Carioca de Bolsas de Estudo está com 151 oprtunidades. Veja como se inscrever!
O Banco Carioca de Bolsas de Estudo, vinculado à Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS), está com inscrições abertas para 151 bolsas integrais voltadas para pessoas com renda per capita de até três salários mínimos, interessadas em ingressar no ensino superior ou estudar a língua francesa, no 2º semestre de 2011.
As novas oportunidades são para a UniverCidade, o Centro Universitário Augusto Motta (SUAM) e a Aliança Francesa.
Na UniverCidade dispõe de 50 vagas em seis unidades localizadas nos bairros de Ipanema, Méier, Madureira, Jacarepaguá, Bonsucesso e no Centro. As vagas são para os cursos de Administração, Análise de Sistemas, Ciência Contábeis, Letras, Direito, Turismo, Pedagogia, Educação Física, dentre outros. As inscrições devem ser feitas até o dia 03 de agosto.
As unidades de Bonsucesso e Campo Grande do Centro Universitário Augusto Motta são oferecidas 10 vagas para os cursos de Ciências Contábeis, Administração e Educação Física. Para estas oportunidades as inscrições vão até o dia 26 de julho.
Na Aliança Francesa estão abertas 91 vagas distribuidas em 9 filias. Estas bolsas são voltadas para jovens com idade entre 14 e 15 anos. Os interessados têm até o dia 21 de julho para realizar a inscrição.
As inscrições para todas as vagas dever ser realizadas de 8h às 17h, em um dos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS) distribuídos pela cidade. Ao fazer a inscrição nos CRAS da Prefeitura do Rio, todos receberão as informações para a concessão de bolsas, inclusive, para saber se estão dentro do perfil da resolução nº 129, de 16/06/08. Os candidatos devem apresentar certidão de nascimento ou identidade dos filhos, CPF e identidade do responsável e comprovantes de escolaridade, residência e renda. Os inscritos passarão por uma avaliação técnica, realizada por assistentes sociais da SMAS, que é feita por meio de entrevistas e visitas domiciliares, caso necessário.
O Banco Carioca já ofereceu mais de 8.700 bolsas de estudo em instituições de ensino filantrópicos da cidade do Rio. As vagas são distribuídas em creches, universidades, escolas de ensinos Fundamental, Médio e Técnico, além de cursos de línguas estrangeiras e de informática.
Para informações sobre as localizações dos CRAS basta acessar o site da SMAS, www.rio.rj.gov.br/smas, ou ligar para a Ouvidoria 3973-3800.
FONTES;http://www.rio.rj.gov.br/web/smas/exibeconteudo?article-id=1932293
FONTES;http://www.rio.rj.gov.br/web/smas/exibeconteudo?article-id=1932293
Os primeiros avanços do Rio na luta contra o crack
Rodrigo Bethlem em frente à Casa Vida, que abriga menores viciados em crack: medida é insuficiente, mas dá chance de recuperação (Guilherme Pinto/Agência Globo)
Política de internação compulsória completa dois meses ainda sob críticas, mas crianças que só se drogavam ganham uma chance de recuperação
Cecília Ritto, do Rio de Janeiro
“Essas crianças às vezes são filhas de outros adolescentes. Elas não têm referência familiar. A referência delas é a rua. Existe um desamparo grande. E isso não é só um problema de saúde, mas também uma questão social”, afirma a psicóloga Ivone Ponczek
O número 256 da Rua Alice, uma ladeira do bairro de Laranjeiras, na zona sul do Rio, é desde o dia 24 de maio o endereço de doze crianças encontradas em cracolândias da cidade. O prédio de três andares passou a ser chamado de Casa Viva. Todas foram recolhidas com o auxílio de policiais, agentes do município, assistente social, psicólogo, pedagogo e médico sanitarista. Mas a volta - ou o início - de uma vida normal, para quem frequentou uma cracolândia, não é um passo tão simples. Ali estão crianças de oito até adolescentes de 15 anos, com a emoção à flor da pele. Nos momentos de tranquilidade, algumas chamam os educadores de "pai e mãe". Quando o momento é de agitação, ouvem-se gritos desesperados de "quero fugir".
Desde que a mais devastadora droga de que se tem notícia se espalhou pelas cidades brasileiras, esse tipo de tentativa para interromper o ciclo mortal e miserável de uso do crack resultava, basicamente, em um ou dois dias de manutenção dos usuários em algum abrigo. Como não é possível manter em reclusão alguém que não tem contra si um mandado de prisão ou acusação de crime, os recolhidos sempre tiveram direito a sair tão logo estivesse concluído o atendimento feito por psicólogos e assistentes sociais ou a verificação de antecedentes criminais. No Rio, a mudança de tratamento do problema veio em 30 de maio. Nessa data, entrou em vigor o novo protocolo de atendimento, que tem como diferença principal a possibilidade de manter compulsoriamente internados menores diagnosticados com quadro de dependência química ou em risco, em razão de doenças.
Câmara analisa projeto de lei que pune violência contra o professor
A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 267/11, da deputada Cida Borghetti (PP-PR), que estabelece punições para estudantes que desrespeitarem professores ou violarem regras éticas e de comportamento de instituições de ensino.
Em caso de descumprimento, o estudante infrator ficará sujeito a suspensão e, na hipótese de reincidência grave, encaminhamento à autoridade judiciária competente.
A proposta muda o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90) para incluir o respeito aos códigos de ética e de conduta como responsabilidade e dever da criança e do adolescente na condição de estudante.
Indisciplina
De acordo com a autora, a indisciplina em sala de aula tornou-se algo rotineiro nas escolas brasileiras e o número de casos de violência contra professores aumenta assustadoramente. Ela diz que, além dos episódios de violência física contra os educadores, há casos de agressões verbais, que, em muitos casos, acabam sem punição.
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Quando eu era estudante do ensino médio, os meus professores me serviam de referência, era possível ser amiga deles. Ao mesmo tempo em que podíamos brincar com eles, havia um respeito enorme por aqueles que nos ensinavam um pouco mais dia a dia. É muito triste perceber que o desrespeito e a violência ao professor imperam no dia de hoje.
Fonte:
http://primasfalando.blogspot.com/2011/04/camara-analisa-projeto-de-lei-que-pune.html
Amannda Oliveira
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